Dezessete ministros de Lula deixam governo para disputar eleições; 21 permanecem

Saídas ocorrem pela legislação eleitoral, que obriga autoridades com cargo no Executivo a deixarem os seus postos em até seis meses antes das eleições para participar dos pleitos

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Presidente da Republica Luiz Inacio Lula da Silva durante Reunião Ministerial, realizada no Palácio do Planalto. Foto: Ricardo Stuckert / PR
Presidente da Republica Luiz Inacio Lula da Silva durante Reunião Ministerial, realizada no Palácio do Planalto. Foto: Ricardo Stuckert / PR

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O governo do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), teve 17 baixas por causa da descompatibilização de ministros que deixaram a Esplanada para se candidatar nas eleições de 2026. Da equipe de Lula, 20 devem permanecer até o fim do mandato. Ainda há o caso do advogado-geral da União, Jorge Messias, que continua no governo, mas deverá ser sabatinado no Senado para ocupar a vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF).

A legislação eleitoral obriga que autoridades com cargo no Executivo deixem os seus postos em até seis meses antes das eleições para participar dos pleitos. O prazo para essa descompatibilização se esgotou no sábado (4). A regra não vale para candidatos à reeleição no Executivo, como Lula e governadores, dentre estes, o de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

O presidente Lula ainda fez uma troca interna para recompor a chefia do Ministério da Agricultura e Pecuária. Para suprir a falta do ex-ministro Carlos Fávaro, que deixou o governo para concorrer ao Senado, Lula transferiu o então ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, para o comando da pasta. Quem comanda agora o ministério deixado por André de Paula é Édipo Araújo.

Veja os ministros que deixaram o governo Lula para disputar as eleições:

Veja os 21 ministros que seguem no governo: