Suspeito de ataque em Washington trabalhou para a CIA no Afeganistão, diz FBI

Cidadão afegão suspeito de atirar em dois soldados da Guarda Nacional enfrenta acusações de agressão com intenção de matar

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Fotos dos membros da Guarda Nacional Andrew Wolfe e Sarah Beckstrom, que foram baleados em 26 de novembro em Washington, são exibidas ao lado de uma foto do suspeito do tiroteio, o cidadão afegão Rahmanullah Lakanwal, no dia de uma coletiva de imprensa com o diretor do FBI Kash Patel, a procuradora dos EUA para D.C. Jeanine Pirro e outras autoridades, em Washington, D.C., EUA, 27 de novembro de 2025. REUTERS/Nathan Howard
Fotos dos membros da Guarda Nacional Andrew Wolfe e Sarah Beckstrom, que foram baleados em 26 de novembro em Washington, são exibidas ao lado de uma foto do suspeito do tiroteio, o cidadão afegão Rahmanullah Lakanwal, no dia de uma coletiva de imprensa com o diretor do FBI Kash Patel, a procuradora dos EUA para D.C. Jeanine Pirro e outras autoridades, em Washington, D.C., EUA, 27 de novembro de 2025. REUTERS/Nathan Howard

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O diretor do FBI, Kash Patel, disse na quinta-feira que o suspeito de atirar em dois integrantes da Guarda Nacional dos EUA trabalhou no Afeganistão com forças parceiras.

“Estamos investigando a fundo esse aspecto de seu histórico, incluindo quaisquer associados conhecidos que estejam no exterior ou aqui nos EUA, que é o que parece ser uma ampla investigação de terrorismo internacional”, afirmou Patel em uma entrevista coletiva.