Você conhece o mercado de seguro de vida?

Produtos protegem família mesmo nos casos em que não há falecimento e também são indicados para jovens e solteiros

Equipe InfoMoney

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O mercado de seguro de vida existe no Brasil desde a época do império, mas ainda circulam muitas dúvidas a respeito de sua importância e os benefícios que contempla. A mais comum delas é acreditar que o seguro de vida serve apenas para proteger financeiramente a família em caso de morte do segurado. Você sabe quais são as outras?

Veja, a seguir, 5 informações úteis sobre esses produtos que ainda confundem a população.

1. Produto não é utilizado apenas em caso de morte

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Quando se fala em seguro de vida, pensamos automaticamente nos casos em que ocorre falecimento do segurado. No entanto, há outras opções de proteções mais amplas contra inúmeros imprevistos da vida.

Imagine, por exemplo, que um paciente tenha sido diagnosticado com câncer. Além do risco à saúde, a doença pode comprometer a renda do segurado e de sua família. Por isso, há diversos produtos disponíveis no mercado que incluem proteção em caso de doenças graves.

Há outras coberturas, como em caso de procedimentos médicos, internação hospitalar, invalidez acidental e antecipação dos recebimentos em caso de doenças em estágio terminal. Alguns produtos têm como característica a constituição de valor de resgate após determinado período de vigência da apólice. Para estes tipos de produtos, cabe ressaltar que a formação de valor de resgate não se confunde com previdência privada.

Os seguros de vida ainda podem ser personalizados para diferentes perfis de saúde e estilos de vida, como por exemplo a análise de risco diferenciada para pessoas que exerçam profissões ou hobbies de risco. Por isso, é importante conhecer todas as opções e ter certeza sobre as que mais se adequam ao seu perfil antes de assinar o contrato.

2. Seguro de vida não equivale a uma previdência privada ou aposentadoria

Tem se popularizado nos últimos anos a categoria de seguro de vida em que o segurado pode, ao fim do período acertado, resgatar parte do valor constituído ao longo dos anos mesmo que não ocorra o sinistro.

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Ao contrário do que muitos imaginam, esse seguro de vida resgatável, não deve ser confundido com a previdência privada, aposentadoria ou qualquer outra modalidade de investimento. Isso porque o principal objetivo do seguro de vida é a proteção financeira do segurado e da família na ocorrência de um risco previsto no contrato de seguro, diferente da previdência privada, por exemplo, em que a finalidade é construir a reserva financeira necessária para garantir a qualidade de vida durante os anos da aposentadoria.

3. Importância para jovens e solteiros

É comum pensar que o seguro de vida é útil apenas para pessoas de mais idade. Mas a realidade não é bem assim, uma vez que os jovens e os solteiros podem utilizar o seguro de vida no planejamento financeiro próprio e de sua família. Os números confirmam que esse segmento está, de fato, crescendo.

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Imprevistos podem ocorrer em qualquer momento de nossas vidas. Embora menos propensas a desenvolver doenças graves ou acionarem o sinistro, é importante que as pessoas dessa faixa etária também estejam protegidas. Os jovens, normalmente, se enquadram em uma categoria de risco menor, o que reduz os valores dos prêmios pagos. Mas, quanto mais essa decisão é adiada, maior é a chance de ocorrer alguma situação que coloque o potencial segurado em um perfil de risco mais elevado.

Da mesma forma, solteiros e sem dependentes que planejam constituir uma família no futuro também devem pensar sobre o assunto e, se for o caso, contratar o produto enquanto os preços são mais atrativos.

4. Custos acessíveis para diferentes perfis de clientes

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Questionados sobre o motivo de não aderirem a um seguro de vida, muitos diriam que é porque não há recursos financeiros suficientes para isso. O que algumas pessoas não sabem é que há opções de seguros personalizados para cada perfil de cliente.

Assim como ocorre nos seguros para carros, é feita uma análise de risco prévia, e o preço pode oscilar de acordo com inúmeras variáveis, como idade, valor da indenização, hábitos saudáveis, histórico médico familiar, entre outros.

5. Plano empresarial pode não ser suficiente

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Muitas empresas oferecem um plano de seguro de vida corporativo, mas esses produtos nem sempre atendem por completo as necessidades dos clientes. É importante calcular se, no caso da ocorrência de algum evento, o plano contratado irá de fato oferecer a cobertura desejada. É igualmente relevante ler com atenção os termos do contrato para verificar se, em caso de demissão ou troca de emprego, ainda haverá cobertura do seguro.

Como esses produtos envolvem muitas particularidades, incluindo uma série de benefícios opcionais, pode ser difícil encaixar suas necessidades em um determinado grupo. Para atender de modo mais apropriado as demandas, é possível que um seguro de vida personalizado seja a opção mais adequada.