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Vamos (VAMO3) dispara 39% em 2026 e testa resistências; até onde pode ir?

Após mínima em 2025, papel entra em fase de recuperação no gráfico.

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A Vamos (VAMO3) encerrou a última sessão cotada a R$ 4,49, com alta de 2,28%, mantendo a trajetória de recuperação e reforçando o domínio do fluxo comprador no curto prazo. O ativo segue negociando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, que voltaram a inclinar para cima e passaram a atuar como suporte dinâmico, enquanto o IFR (14) em 63,83 indica força, já próximo da sobrecompra, mas ainda sem sinal de exaustão.

No gráfico semanal, a ação acumula valorização de 39,01% em 2026, liderando os ganhos do Ibovespa no período e consolidando uma mudança relevante de estrutura após a mínima histórica registrada em outubro de 2025.

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Para entender até onde as ações da Vamos (VAMO3) podem ir, confira a análise técnica completa e os principais pontos de suporte e resistência.

Análise técnica Vamos (VAMO3)

No curto prazo, observo que a confirmação do rompimento do OCO invertido, seguida por um pullback bem-sucedido acima das médias de 9 e 21 períodos, reforça a leitura de reversão e continuidade do movimento altista. A sequência de topos e fundos ascendentes mantém o viés positivo, e o fechamento em R$ 4,49 (+2,28%) mostra que o fluxo comprador segue dominante, embora o IFR (14) em 63,83 já indique uma menor margem para movimentos muito estendidos sem períodos de acomodação.

Para que a alta ganhe tração, será necessário o rompimento da faixa de resistências em R$ 4,64 e R$ 4,94. Superada essa região com aumento de volume, o ativo passa a mirar R$ 5,13, R$ 5,33 e R$ 5,48, com projeções mais longas em R$ 5,80 e R$ 5,95. Enquanto os preços permanecerem acima das médias e da região de suporte mais curta, o cenário segue favorável à continuidade da recuperação.

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No campo corretivo, a perda da faixa de R$ 4,25 e R$ 3,95 — que concentra suportes e as médias — seria o primeiro sinal de enfraquecimento da estrutura. Abaixo desses níveis, o ativo poderia buscar a média de 200 períodos em R$ 3,78, com suportes mais longos em R$ 3,45, R$ 3,10 e R$ 3,00.

Fonte: Nelogica. Gráfico diário. Elaboração: Rodrigo Paz

Confira nossas análises:

Análise de médio prazo

No gráfico semanal, destaco uma mudança estrutural importante. Após marcar a mínima histórica em outubro de 2025, a ação passou a registrar entrada consistente de fluxo comprador e, neste início de 2026, acumula alta de 39,01%, passando a negociar acima das médias de 9 e 21 períodos, ambas com inclinação positiva.

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O IFR (14) em 62,70, próximo da sobrecompra, somado ao afastamento dos preços em relação às médias, aumenta a probabilidade de correções pontuais no curto/médio prazo.

Ainda assim, a estrutura segue construtiva. A continuidade do movimento altista depende do rompimento de R$ 4,64 e R$ 4,94, o que pode destravar alvos em R$ 5,33 e R$ 5,95, com projeções mais longas em R$ 6,48 e, posteriormente, na média de 200 períodos em R$ 7,69, que permanece como resistência estrutural relevante.

Por outro lado, a perda da região de suporte em R$ 4,25 e R$ 3,86 seria o primeiro sinal de enfraquecimento da recuperação, abrindo espaço para movimentos corretivos em direção a R$ 3,54 e R$ 3,10, com suporte extremo na mínima histórica em R$ 2,77.

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Fonte: Nelogica. Gráfico semanal. Elaboração: Rodrigo Paz

(Rodrigo Paz é analista técnico)

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Rodrigo Paz
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