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O CEO da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN; CSNA3), Benjamin Steinbruch, disse que o contexto global de guerra tarifária impossibilita as exportações da companhia para qualquer país no momento. “Exportação nossa é praticamente inexistente. Está completamente inviável. O Brasil está atrasado. Todos os outros países já tomaram medidas”, afirmou o executivo.
Ele afirma compreender a postura do governo brasileiro, de “negociar com todos”, mas avalia que as decisões de defesa comerciais estão “tardando muito”. “Importação desordenada é destrutiva para todos”, acrescentou ainda.
O executivo disse que a companhia tem diversificado produtos e clientes para vender sua produção em nichos, buscando fugir das commodities exportadas pela China.

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Ele afirmou ainda que a empresa espera um eventual retorno do esforço chinês de recuperação da economia. Nesse caso, avalia que a companhia se beneficiaria da recuperação do minério em função da demanda chinesa. O empresário disse ainda que os clientes na China não estão com estoques altos.
“Nosso compromisso é de seguir buscando redução de custos”, afirmou Steinbruch, que elogiou a CSN Mineração (CMIN3) por entregar redução de 11% no custo C1 (de produção e frete da mina até o porto), que foi de US$ 21 por tonelada no período. Ele disse que a expectativa é manter o indicador no patamar entre US$ 21,50 e US$ 23. “Crescimento da produção própria é um esforço que manteremos”, acrescentou.
O diretor financeiro da CSN, Pedro Oliva, disse que, no ano, deve haver um pequeno aumento no volume de compra, ficando no patamar de 25%.