Bolsas da Argentina e Brasil sobem, enquanto bolsa do México tem desempenho negativo

Conteúdo do Portal InfoMoney - Editoria Mercados

Publicidade

As principais bolsas latino-americanas fecharam em alta, com exceção do México, nesta sexta-feira, seguindo a tendência do índice norte-americano Nasdaq. O Nasdaq Composite fechou em alta de 0,77%, apesar de ter registrado variação negativa durante a maior parte do pregão; já o Dow Jones Industrial fechou em baixa de 0,82%.

O índice Merval da Bolsa de Buenos Aires fechou em ligeira alta de 0,15%, apesar de ter registrado queda durante parte do pregão argentino. A melhora da situação da Turquia, que modificou seu regime cambial de fixo para flutuante na quarta-feira, beneficiou o mercado argentino no dia de hoje. Investidores tendem a generalizar as situações das duas nações, por serem os países que receberam mais recentemente pacotes de ajuda externa do FMI.

As maiores altas foram as ações do Grupo Financeiro Galicia (+3,64%), da siderúrgica Siderar (+1,96%), da termoelétrica Central Costanera (+1,82%) e da Solvay Indupa (+1,06%). Contrariando a tendência da bolsa da Argentina, os destaques negativos foram os papéis da Sociedad Comercial del Plata (-3,26%), da Atanor Industria Quimica (-2,44%) e da Pecon Energy (-2,00%).

O índice IPC da Bolsa do México encerrou o pregão em queda de 0,53%. O governo mexicano divulgou hoje o déficit comercial de janeiro, que atingiu US$ 1,22 bilhões, acima dos US$ 962 milhões esperados pelo mercado. No primeiro mês do ano, as exportações somaram US$ 12,676 bilhões e as importações totalizaram US$ 13,899 bilhões. Os destaques de queda da bolsa mexicana foram a Organización Soriana (-3,84%), a construtora Corporación Geo (-3,16%), o Grupo Bimbo (-2,58%) e o Grupo Industrial Maseca (-2,22%). Por outro lado, as empresas ICA (+2,70%), o Grupo Sanborns (+2,24%) e o Grupo Carso (+1,87%) registraram as maiores altas entre os componentes do índice IPC. A vidraria Vitro fechou estável, após anunciar que irá reduzir seus investimentos de US$ 125 milhões em 2000 para US$ 165 milhões em 2001.

O índice IBB da Bolsa da Colômbia fechou em alta de 0,30%, após a divulgação da taxa de desemprego urbana. O DANE (Departamento Nacional de Estatísticas) anunciou que a taxa de desemprego referente a janeiro nas 13 principais cidades do país foi de 20,5%. Em janeiro de 2000, a taxa de desemprego nas regiões urbanas foi de 17,6%. O DANE também divulgou que o PIB colombiano cresceu 2,8% em 2000, contra um crescimento de 4,29% registrado em 1999.






















Outros mercados: Brasil Ibovespa +1,55%
Peru ISBVL -0,54%
Chile IPSA -0,43%
Venezuela IBVC -1,09%

Tópicos relacionados

Autor avatar
Equipe InfoMoney
Mercados | Economia | Escritórios | Finanças