3R, Enauta, WEGE3, TIM, Oi e mais ações para ficar olho nesta 4ª

O radar corporativo desta quarta-feira (31) traz a distribuição de dividendos da Raízen (RAIZ4)

Alessandro Emerich

Ativos mencionados na matéria

Vector concept of investment in real estate like townhouse
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O radar corporativo desta quarta-feira (31) traz a distribuição de dividendos da Raízen (RAIZ4) frente ao IBOV. Teste

Na temporada de balanços, a WEG (WEGE3) lucra R$ 1,44 bilhão no 2º trimestre, alta anual de 5,4%. Já a 3R (RRRP3) teve prejuízo de R$ 363,1 milhões. A Tim (TIMS3), por sua vez, teve lucro líquido de R$ 781 milhões no segundo trimestre, alta de 22,5%.

Enquanto isso, credores da Oi rejeitam proposta de R$ 1 bi da Ligga por ClientCo.

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Eletrobras diz que não há efetiva negociação com Tanure sobre participação na Emae.

Confira mais destaques:

3R (RRRP3)

A 3R (RRRP3) reportou prejuízo líquido de R$ 363,1 milhões no segundo trimestre de 2024 (2T24), revertendo lucro líquido de R$ 79,4 milhões do mesmo intervalo de 2023, impactado pelas despesas financeiras incorridas no período.

Tim (TIMS3)

A Tim (TIMS3) alcançou um lucro líquido de R$ 781 milhões no segundo trimestre de 2024 (2T24), um aumento de 22,5% comparado ao mesmo período do ano anterior. A empresa atribui esse resultado ao crescimento de suas principais linhas de receita e à eficiente gestão de custos.

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No mesmo período, o Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) ajustado da empresa atingiu R$ 3,1 bilhões, um acréscimo de 8,2% em relação ao 2T23. A margem Ebitda ajustada alcançou 50,0%, um aumento de 0,3 pontos percentuais ano a ano. A Tim explica no documento publicado na noite desta terça-feira (30) que essa melhoria é fruto da sólida performance de receita e do controle rigoroso dos custos operacionais”.

Enauta (ENAT3)

A Enauta (ENAT3) registrou um prejuízo líquido de R$ 219 milhões no segundo trimestre de 2024, contrastando com o lucro de R$ 41 milhões no mesmo período do ano anterior. Este resultado, segundo a companhia, foi influenciado por efeitos não-recorrentes e variações cambiais significativas.

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O Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) ajustado da empresa, no entanto, mostrou um aumento, atingindo R$ 381 milhões no 2T24, contra R$ 319 milhões no 2T23. Este crescimento, de acordo com a petroleira, se deve ao controle de custos e eficiência operacional, com uma margem EBITDA ajustada de aproximadamente 68,7%.

Copasa (CSMG3)

A Copasa (CSMG3) reportou lucro líquido de R$ 325,2 milhões no segundo trimestre de 2024 (2T24), 30,4% superior ao do 2T23. O Ebitda ajustado no 2T24 foi de R$ 726,4 milhões, 12,1% superior ao Ebitda ajustado registrado no 2T23. 

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Oi (OIBR3)

A Oi (OIBR3), que está em recuperação judicial, informou que seus credores rejeitaram a proposta da Ligga Telecomunicações para a compra da ClientCo, apresentada em uma primeira rodada voltada para a venda do ativo.

A paranaense Ligga ofereceu neste mês R$ 1,03 bilhão pela aquisição total da ClientCo. Segundo a Oi, a proposta era menor que o mínimo exigido, de R$ 7,3 bilhões, e por isso foi encaminhada à avaliação de credores.

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WEG (WEGE3)

O Conselho de Administração da WEG (WEGE3) aprovou nesta terça-feira (30) dividendos intermediários no valor total de R$ 786,876 milhões.

O valor é correspondente a R$ 0,1875520617 por ação, tendo direito aos proventos os titulares das ações na sessão do dia 2 de agosto de 2024 (“data com”). Assim, os papéis WEGE3 passam a ser negociados “ex-dividendos” (sem direito ao provento) a partir de 5 de agosto.

Raízen (RAIZ4)

A Raízen (RAIZ4) comunicou que, na última terça-feira (30), a Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária da Companhia aprovou, dentre outras matérias, a distribuição de dividendos adicionais relativos ao exercício social encerrado em 31 de março de 2024, no montante total de R$ 103,5 milhões, correspondente a R$ 0,01001412421 por ação.

Eletrobras (ELET3;ELET6)

A Eletrobras (ELET3;ELET6) afirmou nesta quarta-feira que “não há efetiva” negociação para a venda de sua participação na empresa paulista de energia Emae com o empresário Nelson Tanure.

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