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Com a reforma da previdência fora da pauta, o executivo elegeu 15 prioridades para pautar o legislativo e hoje destaca a reforma tributária (http://bit.ly/2FmQZvp), em especial alterações no PIS/Cofins.
Não acreditamos em avanço rápido da matéria no Congresso, apesar do consenso de que o sistema tributário precisa ser simplificado. Existe sempre a desconfiança por parte dos políticos de que propostas da Fazenda tenham como efeito final o aumento da carga tributária, mudanças que geram ganhadores e perdedores tendem a ter lenta negociação e muita resistência, especialmente em ano eleitoral. A insatisfação de Rodrigo Maia e Eunício Oliveira com os movimentos recentes do Planalto também não ajudam.
Com o PPS que está praticamente órfão de Luciano Huck, Geraldo Alckmin atrai o partido para seu projeto presidencial. Absolutamente dentro do esperado (http://bit.ly/2FkMEIS). Aliados do governador lembram que a executiva nacional tem instrumento para intervir em questões locais para favorecer a candidatura presidencial, resta saber se Alckmin fará uso de tal recurso (http://bit.ly/2FlQnpM).
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Para Temer e Lula ressurgem novas evidências de problemas conhecidos. Ao presidente atual, falta de apoio de segmento importante do próprio MDB, como Renan Calheiros, Eunício Oliveira e Jader Barbalho, para nominar os mais vocais (http://bit.ly/2FpEU8N). Ao ex-presidente resta assistir o movimento de aproximação de Ciro Gomes e Haddad (http://bit.ly/2FkNAgm), mesmo que tal movimento não signifique uma aliança formal no futuro.