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Dos partidos de maior expressão da famigerada base aliada (PT, PMDB, PP , PR, PSD, PDT, PCdoB e Pros), somente o PR e o PDT se mantêm oficialmente fiéis à Dilma, além do próprio PT, é claro.
Embora oficialmente a favor do governo, o PR é o partido campeão de deputados que preferem não opinar sobre a questão. Claro, seus eleitores não têm o direito de saber o que pensam seus deputados, eleitos para representá-los. É evidente que a estratégia é se manter “neutro”, deixando aberto o poder de barganha com o governo até o último minuto. Se sentirem que o impeachment vai passar na Câmara, abandonam o governo e votam a favor. No entanto, a população percebe que o silêncio covarde é uma estratégia de puro fisiologismo e que a falta de posicionamento desses deputados só ajuda a apodrecer o Brasil.
Ao contrário do PSOL e do PCdoB, PR e PDT apoiam o governo mais por fisiologismo (“boquinha, grana”) do que afinidades ideológicas ao petismo. Ao se manterem fiéis ao governo apostam no tudo ou nada, assim como o investir em opções de compra de ativos: se não tiver impeachment, exercem a opção de compra e ganham mais “boquinhas” no governo; se o impeachment passar (cenário mais provável), estes partidos e seus deputados virarão pó!
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Acompanhe aqui como cada deputado vai votar pelo impeachment.
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