Publicidade
O Ibovespa Futuro opera com leve alta nos primeiros negócios desta terça-feira (30), seguindo o desempenho do pré-mercado americano, à medida que os legisladores chegam a um acordo provisório sobre o teto da dívida, enquanto investidores locais estão de olho na reunião de líderes sul-americanos para discutir o relançamento do bloco de cooperação regional Unasul e votação no plenário da Câmara da MP da organização dos ministérios.
Na frente de dados, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) voltou a registrar deflação, de 1,84% em maio, após ter recuado 0,95% em abril. Com o resultado anunciado hoje, o índice acumula retração de 2,58% no ano e queda de 4,47% em 12 meses.
Ibovespa hoje: acompanhe o que movimenta Dólar, Juros e Bolsa Ao Vivo
Às 9h13 (horário de Brasília), o índice futuro com vencimento em junho operava com valorização de 0,42%, a 111.365 pontos.
Nos Estados Unidos, os índices futuros operam majoritariamente em alta na volta do feriado de Memorial Day, às vésperas da votação do teto da dívida americana.
O governo Biden e os legisladores republicanos fecharam um acordo provisório para aumentar o teto da dívida dos EUA no último final de semana.
Continua depois da publicidade
O Comitê de Regras da Câmara dos Estados Unidos disse que vai se reunir na tarde de terça-feira para discutir o projeto de lei do teto da dívida, que precisa ser aprovado por um Congresso dividido antes de 5 de junho, quando o Tesouro diz que ficará sem dinheiro para cobrir todas as suas obrigações. “O Comitê de Regras se reunirá na terça-feira, 30 de maio de 2023, às 15h ET (16h, horário de Brasília)”, disse o painel em comunicado nesta segunda-feira.
Nesta manhã, Dow Jones Futuro caía 0,03%, S&P Futuro tinha alta de 0,55% e Nasdaq Futuro operava com valorização de 1,31%.
Dólar
O dólar comercial operava com baixa de 0,14%, cotado a R$ 5,005 na compra e R$ 5,006 na venda. Já o dólar futuro para junho caía 0,29%, equivalente a R$ 5,006.
No mercado de juros, os contratos futuros operam com baixa ao longo de toda a curva de juros. O DIF24 (janeiro para 2024) opera baixa de 0,04 pp, a 13,18%; DIF25, -0,08 pp, a 11,42%; DIF26, -0,10 pp, a 10,85%; DIF27, -0,09 pp, a 10,88%; DIF28, -0,08 pp, a 11,02%; DIF29 -0,08 pp, a 11,21%.
Exterior
Os mercados europeus operam mistos, enquanto investidores segue acompanhando o desenvolvimentos em torno do acordo firmado sobre o teto da dívida dos Estados Unidos e mais pistas dos bancos centrais sobre a trajetória das taxas de juros.
Continua depois da publicidade
A inflação dos preços nas lojas do Reino Unido em maio atingiu o nível mais alto desde que os registros começaram em 2005, de acordo com dados instantâneos do British Retail Consortium.
A inflação de preços em supermercados e redes varejistas foi de 9% em relação ao ano anterior, ante 8,8% em abril. A inflação dos preços dos alimentos caiu ligeiramente, de 15,7% para 15,4%.
A lira turca continuou a cair na terça-feira, marcando um novo recorde de baixa depois que o atual presidente Recep Tayyip Erdogan garantiu a reeleição.
Continua depois da publicidade
Ásia
Os mercados asiáticos fecharam com alta em sua maioria, com investidores de olho na votação sobre o acordo provisório do teto da dívida dos EUA alcançado entre o presidente Joe Biden e o líder da maioria na Câmara, Kevin McCarthy, prevista para amanhã (31).
Na frente de dados, a taxa de desemprego do Japão caiu ligeiramente para 2,6% em abril, abaixo dos 2,8% de março. Isso também foi menor do que os 2,7% esperados pelos economistas consultados pela Reuters.
As vendas globais da Toyota aumentaram quase 5% ano a ano em abril, com forte demanda do mercado doméstico Japão e China.
Continua depois da publicidade
As cotações do minério de ferro na China registraram leve baixa, revertendo parte dos fortes ganhos da véspera, quando o sentimento do investidor foi reforçado pelas expectativas de novas políticas de estímulo após a divulgação de dados fracos do lucro industrial no sábado.
Os preços do petróleo operam com queda, pressionados por temores de novos aumentos nas taxas de juros e de que a Opep + manterá as cotas de produção.