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SÃO PAULO – Diante do aumento de preço dos medicamentos, autorizado para ocorrer a partir do dia 31 de março, o Idec recomenda que os consumidores pesquisem os preços dos remédios com maior atenção, especialmente durante este mês.
Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), os remédios poderão ser reajustados em, no máximo, 5,51%.
Já os medicamentos fitoterápicos e homeopáticos têm regime de reajuste próprio, portanto não estão sujeitos aos critérios utilizados pela agência.
Como se calculam os reajustes?
Embora o reajuste seja feito com base na variação do IPCA, a CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) desconta a produtividade registrada pelo setor farmacêutico, avalia insumos e itens que influenciam a produção e a concorrência do produto no mercado.
Três faixas de reajuste, de acordo com a participação dos medicamentos genéricos no faturamento do setor farmacêutico, foram utilizadas para a elaboração dos novos índices.
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Para os medicamentos de nível 1 (participação de genéricos em faturamento igual ou superior a 20%), o reajuste será de 5,51%. Já para o nível 2 (genéricos representam um faturamento de 15% a 20%), o aumento será de 4,57%. No terceiro nível (genérico representa menos de 15%), a taxa máxima será de 3,64%.
Atenção aos genéricos
Quanto ao uso dos genéricos, que possuem o mesmo princípio ativo das grandes marcas, a um menor custo, o consumidor deve estar atento.
O Idec orienta observar se o medicamento em questão foi submetido aos testes da Anvisa, por meio do informe na embalagem “Medicamento Genérico – Lei 9787/99”.
No site da Anvisa (www.anvisa.gov.br) o consumidor pode consultar todos os medicamentos genéricos comercializados atualmente.